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sábado, 28 de outubro de 2017
SOBRE DAR A OUTRA FACE
Uma frase forte, essa. Mas se pensarmos que era contra Hitler que ele estava falando, pode não parecer tão forte assim.
Hoje sabemos o que aconteceu e sabemos que ele estava certo, pois Hitler não deixaria seu plano de conquistar o mundo com pequenas bondades que Chamberlain poderia fazer para evitar a guerra, que realmente Hitler fez e sempre pretendeu fazer. Isso é uma caso muito específico.
Mas essa frase está sendo usado para um pobre ignorante que pouco pode fazer por si, além de roubar e matar para ter aquilo que deseja. Ele é responsável pelos seus atos, como ele percebe que a população não irá reagir, não por não ter uma arma à mão, mas por que é pacifica e medrosa ela se sujeita à chantagem do mais forte, pois preservar a vida ainda é mais importante que a morte.
Somo seres que cresceram por causa do instinto, todos nós temos a necessidade de continuar vivo, pois isso nos faz crescer pela necessidade e assim aprendemos como lidar com a vida para podermos evoluir dentro da característica da região que habitamos.
Quando Jesus nos deu a frase, se te baterem em uma face, lhe ofereça a outra, ele não quis que nos entregássemos ao cadafalso, mas que apenas não revidássemos a ofensa. Mas se fossemos atacados temos o direito de nos defender, caso estejamos correndo risco de vida ou de morte pelo novo jornalismo.
A quem na verdade Jesus estava protegendo? O agressor ou a vítima? Ele estava protegendo a vítima. Como ele pode estar protegendo a vítima se ela pode morrer? Por que ele esta protegendo a vitima para a sua vida futura e não a sua vida física. Para o espírito que parte daqui com a morte de outros em suas costas além de levar os inimigos, leva também a sua responsabilidade e assim o agressor é vitima de si mesmo por querer que seu orgulho saia vencedor de uma contenda e não a sua bondade. Com isso no plano espiritual ele se sente culpado pela responsabilidade que não cumpriu e sofre as dores lancinastes da alma e não da carne. Pois a da carne acaba a partir de nossa morte a dor que fica é a do ódio e da soberba que nos massacra quando poderíamos estar felizes e sendo úteis para o progresso de todos.
Esse espírito que esperava ser agraciado por ter matado muitos ladrões e assassinos chega do outro lado com imensa dor e assim ele só tem um pensamento. Como parar de sofrer. Assim tateando pelo espaço acaba encontrando alguma forma que o tranquilize e possa continuar equilibrado como todos nós fazemos aqui na Terra, usando e fazendo coisas que possam nos dar o equilíbrio para poder continuar sobrevivendo.
Como esse espírito necessita de energias terrenas ele irá ficar pairando pela Terra até encontrar esse equilíbrio, que pode ser acompanhar um encarnado, pela semelhança de pensamento aumentando a sua sobrevivência terrena como espírito. Perceba que quando um espírito se prende a um corpo vivo na Terra para obsidiar é para ele se equilibrar e continuar vivendo sem sofrer, pois ele pode esquecer as suas maldades ou deslizes e assim continuar sentindo o peso da carne para se sentir bem. Se ele for sádico, imagina o que não fará para o incauto terreno que ele domina podendo favorecer a morte de outros para poder ser mais feliz ainda.
Foi exatamente isso que Jesus quis que evitássemos, não sofrer no futuro. Obvio que nós pela nossa inteligência, ou seria ignorância, não percebemos o que existe além da matéria e assim poucos podem entender essa verdade do Universo, pois Deus nos mandou vários avisos e com isso tentou nos informar daquilo que não eramos aptos a perceber pela nossa dureza de sobrevivência. Somos frágeis, existem animais muito mais fortes e rápidos que nós em tudo que podemos fazer, exceto em raciocínio. E quando eles convivem conosco percebem a nossa superioridade pois podemos dar a eles o que mais necessitam para continuarem sobrevivendo , pois essa é a lei da vida para todos e assim se tornam fiéis a nós e pode nos salvar de agressões contra terceiros, no caso físico, nunca intelectual.
O que quero dizer com isso é que podemos pela gratidão do outro tornarmos um inimigo um amigo, mas isso não é fácil de conseguir como também não é simples, mas tudo depende do nosso aperfeiçoamento. Se Jesus que era bom, por questões políticas e pela ganancia financeira dos fariseus do templo viram um problema na pregação de Jesus pois ele perderiam os meios de sustento e prestigio junto ao poder da população e mesmo do Império Romano, nada melhor que extirpar as ideias matando o veículo delas. E assim crucificaram Jesus por fofoca conta o império romano, o fazendo ser Rei de Israel. quando ele fala que meu reino não é deste mundo, dando a entender que tudo que falava, versava sobre o mundo espiritual e não ao terreno.
Assim não devemos matar ninguém, pois é a dificuldade da vida que reforma uma pessoa e se o matarmos ele e nós perdemos a oportunidade dele se aprimorar, por menos que seja, já que ele sabe viver melhor na violência que na paz. Mas aquele que perde o poder na prisão tem que aprender a ser humilde e para eles ser subserviente, não é um indicio que se submeteu a nova chefia e assim é constantemente vigiado e ninguém tem segurança sobre ninguém já que o traidor pode estar do seu lado e não ver quem ele é. Isso dá insatisfação e cansaço ao homem desse naipe. e quando sai da vida cansado de tanta dor e desconfiança, quando recebe algo bom como um carinho ou amor ele se transforma e quer se regenerar, fazendo com que ele se arrependa de toda a vida inútil que teve.
Mas se ele é assassinado antes de todo esse sofrimento e dor é muito mais fácil ele encontrar um meio de serenar a sua dor, pois ele desconhece o motivo real e se ilude como todos nós que aquilo é a resposta que ele estava procurando já que a dor passou. desta forma pode se preparar para se vingar de quem o matou sem ser a hora, já que a culpa tem que ser de alguém pela sua dor e não é a dele pelo que fez como qualquer criança que começa a andar e se machuca e somos obrigados a bater em algo que supostamente o machucou para que se acalme, pois ele adora desde pequeno de proteção e de um culpado para punir. somos todos crianças crescidas que ainda precisa do colinho da
terça-feira, 9 de abril de 2013
O assassinato
Estava
vendo o seriado CIS NY e versava sobre a pena de morte, onde um corrupto homem
seria executado pelas mortes que praticou.
Então
comecei a refletir. Como esse espírito se sentiria ao desencarnar? Se sentiria
liberto dos crimes praticados, pela morte que foi consumada? Poderia estar
livre das amarras terrenas para poder alçar vôos mais altos e poder se
recuperar do tempo perdido?
Não. Um enorme não.
Nada haveria de mudança
nos seus crimes, mas poderá entender como é a morte sendo infringida por outro.
E assim refletir o como seria a dor do que realizou. Mas cada um é cada um e
essa resposta é muito pessoal e pouco significativa para a libertação do
espírito infrator.
Mas como ele pode
recuperar as vidas que tirou?
Gerando.
Mas como gerar,
digamos, 20 filhos que foram as vidas que ele abreviou?
Não seria possível
em uma sé encarnação, mas em várias e ainda haveria a necessidade do reencarnate
aceitar viver com ele na mesma casa.
Outra forma é se
tornando professor. O professor tem o objetivo de educar seja para vida ou demonstrar
alguma moralidade e regras em uma sala de aula. Por isso ele tem que ter
autoridade.
Sem autoridade e
regras, pouco pode fazer para educar crianças rebeldes que não possuem o menor
senso e responsabilidade e que não pode ser automaticamente aprovadas seja em
que período ou por vários anos de escolaridade.
Há responsabilidade
e o aluno deve compreender que deve ser responsável e mesmo se sentindo
oprimido pela autoridade deve se submeter.
Pode parecer um
pouco incoerente isso, mas nessa fase da adolescência ele tenta descobrir o
novo potencial do corpo que esta investido nessa encarnação. Assim ele disputa,
como todo animal, a descoberta de seus potenciais e se pode ser eleito o macho
alfa da comunidade, seja no grupo de amigos do lugar em que mora ou da classe
ou escola que frequenta.
Isso faz parte da
evolução animal de todos os mamíferos ou de sua maioria que tem a necessidade
de liderança e vida em comunidade.
Esta opressão não
deve ser incisiva, mas controlada e para que não prive o adolescente de suas
descobertas, mas que não permita que ele tome em suas mãos a ordem social impondo
limites a professores e diretores de escola, onde isso levaria a se tornar um
carrasco social quando adulto, pois daria mais valor a seu querer que ao bom
senso.
Com isso teremos um
assassino a menos dentro do mundo habitado e um professor menos sacrificado
para atender seu anseio intimo de reconciliação com o seu perispírito.
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